Depois
da compra da Heineken, a Femsa estuda crescer de maneira orgânica.
“Toda vida nos focamos no crescimento via aquisições.
Vamos crescer mais na Coca-Cola Femsa”, afirma José
Antonio Fernández Carbajal, presidente do conselho
de administração da empresa.
Para
agregar valor à engarrafadora, que é a maior
da América Latina, a Femsa pensa em ampliar a participação
no mercado de bebidas sem gás. O mais recente passo
nesse sentido foi um acordo para a compra do Grupo Indústrias
Lácteas, que produz leite, iogurtes, sorvetes e sucos
no Panamá. Segundo a companhia, a categoria de lácteos
é a segunda dentro do setor de bebidas não alcoólicas
e no mundo movimenta US$ 500 bilhões por ano.
“Buscamos
oportunidades em produtos próximos do que já
fazemos”, diz Carbajal. A tecnologia usada pela Femsa na fabricação
de bebidas com gás se diferencia pouco da produção
de bebidas sem gás. A Femsa mira esse mercado principalmente
por causa dos resultados do ano passado. Enquanto o segmento
de itens gasosos (como os refrigerantes) cresceu 5% na companhia,
o de não-gasosas avançou 75%.
Fonte:
Valor Econômico