empresa,
que comercializa suco de canberry, vai investir R$ 1,5 milhão
em ações de comunicação para divulgar
o produto e ampliar de 5 mil para 15 mil os pontos de venda
da bebida, popular na América do Norte e na Europa,
mas ainda pouco conhecida no Brasil.
A Juxx
foi fundada no final de 2006 por Edson Mazeto Junior, ex-funcionário
da representante no Brasil da americana Ocean Spary, maior
fabricante de sucos de cranberry no mundo. Em 2007, primeiro
ano de distribuição de seu produto, a empresa
de Mazeto Junior faturou R$ 500 mil com a venda de 95 mil
litros de suco.
Passados
quatro anos, a Juxx comercializa em média 110 mil litros
por mês e registrou faturamento de R$ 6 milhões
em 2010. Para este ano, a empresa estima uma receita de R$
13,2 milhões e tem planos de atingir R$ 100 milhões
em 2015.
Para isso,
além dos investimentos em comunicação,
a Juxx está desenvolvendo uma linha para crianças
que chegará ao mercado no próximo ano. A empresa
também vai manter a aposta em produtos de frutas com
pouca oferta no mercado brasileiro, sem corantes e sem conservantes,
e planeja lançar já no segundo semestre dois
novos sabores de suco pronto e duas versões de bebida
à base de soja.
Atualmente,
a Juxx importa os concentrados de cranberry, ameixa e romã
do Chile e terceiriza a fabricação do suco para
a empresa Beba Brasil, dona da Sucos Camp. Trabalha com 20
distribuidores, que comercializam a bebida de um litro ao
varejo, por cerca de R$ 7. O preço de revenda do produto
varia entre R$ 9,90 e R$ 15.
A cranberry
é uma fruta conhecida no meio médico por suas
propriedades antioxidantes, que combatem os radicais livres,
e principalmente pela eficácia no tratamento de infecções
urinárias. É usada como componente de remédios
naturais para o combate à doença.
Por isso,
Mazeto Junior diz que grande parte das ações
de divulgação da Juxx acontece em congressos
da área de saúde. Ao invés de promover
degustação nos pontos de venda, a empresa investe
em conquistar o consumidor por meio de indicações
médicas e de outros profissionais do ramo.
Fonte:
Brasil Econômico