A empresa
apresentou documentos que atestam ser legal a origem dos R$
5,2 milhões depositados em juízo para pagamento
de credores trabalhistas da Nilza, cuja falência foi
decretada em janeiro deste ano. Conforme informação
da Airex, os comprovantes foram protocolados junto ao Tribunal
de Justiça de São Paulo na última semana.
A Justiça
havia questionado a origem dos recursos, alegando que o dinheiro
não saiu do caixa da Airex e sim de uma empresa denominada
Nova Visão Global, "que relação
alguma tem com o processo, com a devedora, com os credores
ou com a Airex". De acordo com Sérgio Alambert,
presidente da Airex, o montante provem de recursos próprios,
factoring e investidores.
A proposta
da empresa de Alambert para a aquisição da Indústria
de Alimentos Nilza foi aprovada por credores do laticínio
em novembro de 2009. Mas, escutas telefônicas do Ministério
Público mostraram fraudes no processo, segundo a Justiça,
e o mesmo foi suspenso.
Fonte:
Valor Econômico