A cada
100 lares brasileiros, há consumo de biscoitos em 99.
Tamanha presença gerou R$ 6,47 bilhões em faturamento
para a categoria em 2010. Mesmo assim, os fabricantes do setor
não estão satisfeitos e investem para sofisticar
a produção. “Ninguém vai comer mais biscoito
do que já consome. A categoria tem agora que se reinventar”,
afirma Rodrigo Peçanha, gerente de marketing de biscoitos
da Arcor.
As vendas
em volume da categoria subiram 3% em 2010, enquanto o faturamento
teve alta de 6,5%. A Garoto, que ingressa agora no segmento,
compartilha da visão de que é preciso inovar.
“O mercado brasileiro ficou muito tempo concentrado nas versões
mais simples, como ‘cream cracker’, ‘maisena’ e ‘maria’. Por
isso ainda há muitas alternativas de desenvolvimento
a serem exploradas”, afirma André Barros, gerente de
marketing.
Segundo
a Nielsen, biscoitos mais simples, como os ‘cream cracker’,
apresentaram queda de 2,7% no volume de vendas do ano passado.
Nas bolachas doces sem recheio, a queda foi de 2,3%. Já
os itens mais sofisticados, como os cookies, elevaram as vendas
em 29,3%.
Fonte:
Valor Econômico